Minha Macapá, minha rosa, minha açucena

4 de fevereiro de 2017 / Comente

Emprestei o verso da Banda Placa para expressar minha homenagem ao aniversário da minha cidade. Gostaria de falar sobre minha tristeza e descontentamento com algumas situações envolvendo segurança, saúde, saneamento básico… Mas estou me segurando, sinto que não é o momento! Falarei então, sobre minha “viagem” diária. Saindo da Fazendinha (onde eu moro), passando pelo Rodovia JK, paro no shopping algumas horas e sigo o meu destino, o meu Tacacá (programa preferido ao fim da tarde…) Com chuva! Sim, no primeiro trimestre do ano chove muito em Macapá. Depois vem aquele calor (agosto, setembro), onde o coque no cabelo é item fundamental no visual.

Lugar de contradições, de opostos (quente/frio, feio/bonito, preto/branco), essa é Macapá, cidade joia da Amazônia!

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Ao estilo Mary Poppins Tucuju…

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Minha relação com Macapá é igual de mãe. Reclamo da falta de estrutura, dos problemas sociais, do atendimento em alguns estabelecimentos, da falta de variedade das roupas. Isso me impulsiona a voar, sair de sua aba, querer ir embora… Mas penso sempre em voltar, voltar pro seu colo.

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Voltando ao meu destino, já sentiu o cheiro de um Tacacá? Tucupi, jambu e camarão, já salivo só de pensar… Que delícia! A sensação é de imersão cultural, o elo entre povos indígenas de forma corriqueira e de fácil acesso (que bom!). Não nos envergonhemos de nossas raízes e mais devemos conhecer nossa história, perpetuar nossa cultura. O simples, o açaí, o rio Amazonas, o passeio na orla nunca sairão de moda!

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Fotos: Dominique Allan e Renato Redman

Bem vindo a minha Macapá!

Macapá 259 anos

Felicidades, juízo hein?!

Maíse
Oliveira
#somostodosdaselva
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